Investimento Estrangeiro
O Banco Central informou nessa terça-feira que o investimento estrangeiro no Brasil em 2011 bateu recorde, ao todo foram investidos 66 bilhões de dólares.
"O investimentos estrangeiro, ao longo do ano, mostrou fluxos bastante expressivos. E isso revela a confiança do investidor estrangeiro na economia brasileira, a evolução do mercado doméstico. Isso constitui estímulos para que o investidor estrangeiro aporte no país", declarou Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do BC.
Startups brasileiras
Várias startups brasileiras estão no portfólio de fundos famosos. Cresce, no mesmo ritmo, a atuação dessas empresas que com mais dinheiro no caixa, os empresários conseguem expandir as fronteiras nacionais e começam a se aventurar principalmente nos vizinhos da América Latina.
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2012
A Acceleraction deseja a todos seus clientes e parceiros um 2012 repleto de realizações e vitórias.
Começamos o ano com uma semana bem agitada, estamos explorando boas oportunidades de investimento em empresas brasileiras interessadas em expandir e ampliar seus negócios.
Para informações e dúvidas entre em contato conosco pelo telefone 11 3044-7222.
Oportunidades exploradas
Final de ano corrido na Acceleraction. Mercado brasileiro com muito boas oportunidades que na semana passada puderam ser exploradas juntamente com a Geo Genesis Group.
Fundos Imobiliários
Os Fundos Imobiliários são formados por grupos de investidores com o objetivo de aplicar recursos, solidariamente, em todo o tipo de negócios de base imobiliária, seja no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou em imóveis prontos. Do patrimônio de um fundo podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, etc.
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Mercado Imobiliário
Com o aquecimento crescente do setor imobiliário, o mercado está em busca de novas ferramentas que atendam a demanda de crédito imobiliário, visto que a previsão é de que a poupança já em 2013 não dará conta.
Para isso os bancos estão pressionando o Banco Central para importar as conhecidas CBs (covered bonds), no fim de julho desse ano, eles entregaram uma proposta para o Banco Central pedindo a regulamentação da letra financeira imobiliária (LFI).
A Letra Financeira Imobiliária (LFI), se aprovada, será um título emitido por bancos e lastreado em carteiras de crédito imobiliário da instituição, tendo dupla garantia: o título estaria resguardado pelo fluxo de caixa do banco emissor e pela própria carteira de crédito imobiliário que lastreia a letra. Dessa forma as CBs (covered bonds) uniriam qualidades tanto dos Certificados de Recebíveis Imobiliário (CRIs) quanto das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs). Além disso, o CB fica segregado do patrimônio do banco emissor, o que traz um tipo de proteção para o investidor estrangeiro.
O CBs atingem diretamente os interesses das securitizadoras, que se opõe fortemente contra, visto que, a partir do momento que os bancos passarem a emitir esse papel, um dos principais produtos da securitização estará ameaçado, os CRIs. As emissões de CRIs, até julho deste ano, somam mais de 6 bilhões de reais, número esse que pode diminuir bastante com o novo papel por que os bancos deixariam de repassar seus recebíveis.
A CVM acompanha todo esse cenário e por enquanto depende de todo um aparato legal para saber se vai ou não regulamentar a nova sigla.
O espaço para os CRIs continuará aberto caso os CBs não venham a ser distribuídos por oferta pública. Porém, o grande desafio das securitizadoras, é diversificar seus compradores, que hoje está longe da pessoa física e os grandes detentores de CRIs são os próprio bancos.
Hoje já existem alternativas que imitam os Covered Bonds: a emissão de bônus no exterior garantidos por recebíveis imobiliários em cessão fiduciária. A cessão fiduciária consiste em transferir ao investidor a titularidade dos recebíveis até a quitação da dívida que eles representam. Essa fórmula foi elaborada há mais de um ano por um renomado escritório de advocacia do Brasil, quando foi procurado por bancos em busca de alternativas para financiamento.
Novas parcerias
Acceleraction busca novos parceiros, nas áreas de Auditoria e assessoria jurídica e tributária.
Economia e Mercados
Dados econômicos negativos da China acabaram pesando sobre as commodities e contribuíram para queda das principais bolsas internacionais. O Ibovespa encerrou em baixa de 0,94%, aos 67.223 pontos, com giro financeiro de R$ 5,1 bilhões. Nos EUA, a decisão do Federal Reserve (Fed) de voltar a comprar títulos do Tesouro e a afirmação de que não há necessidade de medidas mais severas para estimular a economia foram bem recebidas, contendo o movimento de realização nas bolsas.
O IBGE informou a evolução das vendas no varejo no mês de julho, que cresceram 1% em relação ao mês de junho. Nos EUA a balança comercial referente a junho, que atingiu déficit de USD 49,9 bilhões, vindo aquém das expectativas. Vale destacar os dados divulgados ontem na China, com a produção industrial e as vendas no varejo ficando dentro do esperado.
Economia e Mercados
Pressionadas pelos dados fracos do mercado de trabalho norte-americano, as principais bolsas internacionais encerraram em queda na última sexta-feira. O Ibovespa recuou 0,46%, aos 68.094 pontos, com giro financeiro de R$ 4,75 bilhões. Nos EUA as bolsas também fecharam em baixa na sexta, com os investidores preocupados com a recuperação da economia do país, depois que o departamento do trabalho americano divulgou queda de 131 mil postos de trabalho no mês de julho.
Alguns analista econômicos já falam de deflação e aprofundamento da crise americana.
No Brasil,esta semana, teremos divulgação de dados de inflação e vendas no varejo, enquanto nos EUA os dados do mercado de trabalho continuam em pauta, assim como os números do CPI.
Nesta manhã de segunda, a FGV divulgou duas prévias de seus principais índices de inflação. O IPC-S recuou 0,18%, ainda refletindo a queda nos preços dos alimentos. A primeira prévia do IGP-M avançou 0,42% na semana passada impactado pela alta no atacado, a qual foi provocada pelo aumento do preço do minério.